sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CABEÇO DO ERERÉ,TRIUNFO POTIGUAR-RN

Dentre as maravilhas da Natureza, nossa Região foi contemplada com esta pedra, conhecida na região como. "Cabeço do Ereré", localozado no município de Triunfo Potiguar, a mais ou menos 10 km da Cidadae de Paraú/RN, trata-se de uma rocha maciça, isolada das serras, sua base tem um raio de aproximadamente 500 metros, totalmente inexplorada e cercada por vegetaçõs nativa, no seu pé existe uma fonte de a'gua, que nunca seca, nem mesmo no período de grandes estiagens do sertão Nortestino, e segundo um lenda de nossos antepaçados, existeria uma bela encantada e que um dia seria desencantada e a grande rocha se tranformaria em um belo castelo.

FONTE: BLOG DE PARAÚ

TIPOS DE SECAS

Solo seco

As secas podem ser geradas pelos mais diversos fenômenos climatológicos, em função disto, criou-se uma tipologia da seca:

  • Seca permanente: É caracterizada pelo clima desértico, onde a vegetação se adaptou às condições de aridez, inexistido cursos de água. Estes só aparecem depois das chuvas que via de regra são fortíssimas tempestades. Este tipo de seca impossibilita a agricultura sem irrigação permanente.
  • Seca sazonal: A seca sazonal é uma particularidade de regiões onde o clima é semi-árido. Nestas a vegetação reproduz-se porque os vegetais adaptados geram sementes e morrem em seguida, ou mantém a vida em estado latente durante a seca. Nestas regiões os rios só sobrevivem se a sua água for oriunda de outras regiões onde o clima é úmido. Este tipo de seca possibilita o plantio desde que em períodos de chuvas, ou por irrigação.
  • Seca irregular e variável: A seca irregular pode ocorrer em qualquer região onde o clima seja úmido ou sub-úmido e caracterizado por apresentar variabilidade climática do ponto de vista estatístico. Estas, são secas cujo período de retorno é breve e incerto. Normalmente são limitadas em área, e não em grandes regiões, não ocorrem numa estação definida e inexiste previsibilidade de sua ocorrência, isto é, não há um ciclo bem definido. Trata-se de um fenômeno estatístico (ou estocástico), cuja estrutura de eventos pode ser descrita por uma teoria mais geral que o cálculo de médias e desvios, por exemplo pela teoria da Cadeia de Markov, aplicando ordem superior e um grupo de quantis: extremamente seco, muito seco, seco, normal, húmido, muito úmido, extremamente úmido, separando classes de mesma probabilidade de ocorrência. Acredita-se que a estação de verão favoreça as secas pois existe um grande aumento da evapotranspiração devido ao incremento da irradiância solar incidente, sobretudo quando as taxas de precipitação estão abaixo do quantil seco ou muito seco. Assim, várias variáveis meteorológicas devem ser consideradas na definição da ocorrência das secas, não somente a taxa de precipitação, mas também a temperatura, a umidade do solo, o grau de verdejamento da vegetação, a radiação solar incidente etc. A região NE do Brasil apresenta variabilidade climática.
  • Seca "invisível": De todos, este tipo de seca é o pior, pois a precipitação não é interrompida, porém, o índice de evapotranspiração é maior que o índice pluviométrico causando um desequilíbrio da umidade regional. Este desequilíbrio gera uma redução da umidade do ar que por sua vez aumenta o índice de evapotranspiração, que por sua vez realimenta a perda de umidade subterrânea para a atmosfera, que devolve esta em forma de chuva, que porém não é suficiente para aumentar a umidade do solo.

SOMBRA DE CHUVA

Sombra de Chuva (Rainshaddow effect), também conhecido por Chinook ou efeito Föhn, consiste em uma área normalmente cercada por montanhas que apresenta índices de precipitação bastante inferiores a área em seu entorno.

A orografia de uma determinada área pode exercer grande influência nos totais pluviométricos observados. Chuvas orográficas ocorrem quando uma parcela de ar dotada de certo calor e umidade movimenta-se paralelamente à superfície da Terra até encontrar um obstáculo, como a encosta de uma escarpa ou de uma montanha. Quando isso acontece, o ar tende a continuar seu percurso devido à energia cinética que possui, elevando-se conforme a inclinação do terreno. Como o gradiente médio de decréscimo de temperatura, considerando que a parcela de ar apresente um certo teor de umidade, é de 6 a 7°C para cada 1000 metros de elevação, o ar se resfria cada vez mais à medida que se eleva devido ao obstáculo. Com isso, essa parcela de ar poderá atingir o ponto de condensação, que ocorrerá quando a temperatura do ponto de orvalho tornar-se igual ou maior que a temperatura dessa própria parcela, formando colunas de nuvens de chuva, normalmente situadas sobre esses obstáculos.

Dessa forma, nas áreas situadas a sotavento de um grande obstáculo, como uma cadeia montanhosa, há uma queda nos totais pluviométricos devido ao ar já ter perdido parte ou a totalidade de sua umidade ao transpô-lo. A essa área é dado o nome de Zona de Sombra de Chuva.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

SERRA DA COPAOBA


A Serra da Copaoba era a antiga denominação do Planalto da Borborema localizado na região Nordeste do BRASIL . Segundo o historiador Coriolano de Medeiros, o nome copaoba é um termo da língua Tupi que significa “aquele que alonga”. Outros traduzem como “serra que não tem fim”. Copaoba é também o nome de uma árvore da região, conhecida por copaíba. Dela se extrai um óleo balsâmico que, segundo a tradição popular, tem propriedades terapêuticas milagrosas.

Ainda hoje, a região que compreende os municípios de BELÉM DA PARAÍBA, SERRA DA RAIZ, CAIÇARA , DUAS ESTRADAS, entre outros municípios paraibanos, é conhecida como Serra da Copaoba. Foi nessa região que na época da colonização da Paraíba, no século XVI, aconteceu uma sangrenta batalha entre os índios potiguaras, nativos da região, contra os portugueses e os índios tabajaras do litoral paraibano.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Serra do Cipó - MG - Fonte^Site ECO VIAGEM


A maior riqueza? Sua natureza.



Há 5 mil anos, povos primitivos passaram pela região e deixaram seus registros em forma de pinturas rupestres. Mas essa não é a única raridade da região. Animais ameaçados de extinção e espécies raras de flores embelezam o cenário, marcado por interessantes formações rochosas. Os bandeirantes foram os primeiros colonizadores a desbravar as terras em busca de riquezas. Mas as riquezas presentes na Serra do Cipó não interessavam aos bandeirantes e, talvez, por isso a região tenha sido preservada.

O Parque Nacional da Serra do Cipó foi criado em 1984 para proteger a fauna e flora da Serra do Cipó, as espécies endêmicas da região e, além de tudo, os importantes elementos históricos e culturais presentes dentro de seus 33.800 hectares.

Aspectos Culturais e HistóricosOs valores culturais e históricos desta unidade residem nas pinturas rupestres, que indicam sinal de história do homem em eras passadas, sem contar os sítios arqueológicos de enorme valor histórico, que existem no seu entorno. São duas as versões para a origem do nome da Serra; a que diz que o nome é devido ao rio Cipó que passa na unidade, que possui um leito bastante sinuoso e a outra que diz que o nome é devido a uma mata fechada existente no local, onde os cipós se entrelaçavam formando uma verdadeira barreira.

Aspectos NaturaisA Serra do Cipó faz parte da Cordilheira do Espinhaço e, juntamente com um braço da mesma, divide as águas das bacias dos rios São Francisco e Doce. A paisagem apresenta um conjunto de montanhas, rios, cachoeiras e campos e está dividida em duas grandes formações: a do Espinhaço, montanhosa e a da bacia do médio rio Cipó, semi-montanhosa, que corresponde à região dos vales. As chamadas rochas em dobramento, afiados obeliscos de granito, são marcantes na região.

A flora apresenta três conjuntos de vegetação: mata de galeria, campo cerrado e campo rupestre. Foram catalogadas mais de 1.600 espécies diferentes de flores na região, algumas únicas do lugar.

O parque protege algumas espécies de mamíferos em extinção, como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e o cachorro-do-mato-vinagre. Uma espécie rara de anfíbio da região é a rã conhecida como perereca-de-pijama.

ClimaO clima da região é tropical de altitude, com temperatura média anual de 21°C. De abril a novembro, período seco é o melhor período para cruzar os rios, tomar banhos e praticar rapel. No restante do ano, chove mais, as cachoeiras ficam mais cheias e a vegetação, mais florida.

AtraçõesUma das atrações do parque são as pinturas rupestres, datando de 5 mil anos, de povos primitivos que viveram na região. Há também vestígios da antiga estrada construída por escravos no século 18.

O relevo acidentado propiciou a formação de diversas cachoeiras, como a da Farofa, que possui três quedas em um desnível de 270m; a última delas possui 80m. As cachoeiras da Usina de Congonhas são bastante procuradas para a prática de rapel. No Cânion das Bandeirinhas localiza-se a Cachoeira das Braúnas, com 65m. Ao redor do parque, na Área de Proteção Ambiental Morro da Pedreira, encontram-se as cachoeiras Véu da Noiva, de Baixo, Grande e dos Confins.

Suas inúmeras cachoeiras, rios, canyons, vegetação exuberante, paredões para prática de alpinismo, cavernas e trilhas para prática de "mountain bike" e caminhada também atraem os visitantes.

Infra-estruturaO Parque está aberto para visitação pública todos os dias de 8:00 às 17:00 hs, Possui lanchonete, laboratório, áreas de camping, alojamento para pesquisadores e aluguel de cavalos e bicicletas. Fora do parque, é possível encontrar hotéis e pousadas bem equipadas em Serra do Cipó, distrito de Jaboticatubas. Não possui área de camping, mas em seu entorno podem ser encontradas várias áreas de camping, pousadas e hotéis.

Objetivos Específicos da Unidade Proteger a fauna e flora provenientes da Cadeia do Espinhaço e particularmente da Serra do Cipó devido ao alto grau de endemismo de suas espécies; proteger as bacia de captação do rio Cipó, importante pelas suas cachoeiras e águas límpidas e preservar as belezas cênicas da região.

Decreto e Data de CriaçãoFoi criado pelo Decreto n.º 90.223 de 25.09.1984.

Endereço para CorrespondênciaRodovia MG-010 - km 98

35847-000 - Cardeal Mota - Santana do Riacho - MG.

Fone: (31 ) 3718-7228

Fax: (31) 3718-7210

E-mail: parnacipo@ligbr.com.br

SERRA PELADA - Fonte Wikipédia

SERRA PELADA
É uma região do estado do Pará que se tornou conhecida em todo Brasil durante a década de por uma corrida do ouro moderna, tendo sido aberto o maior GARIMPO a céu aberto do mundo. Localiza-se no município dc CURIONÓPOLIS ao sul do estado do Pará, a aproximadamente 35 quilômetros da sede do município.
DESCOBERTA

A história de Serra Pelada começa em 1976, quando um geólogo do DNPM(DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL encontrou amostras de ouro no sul do Pará, segundo o jornalista RICARDO KOTSCHO .

A notícia da descoberta, mantida inicialmente em sigilo, começou a se espalhar em 1977. Em outubro daquele ano, o presidente da CVRD (Companhia Vale do Rio Doce), que tinha direitos sobre a jazida, confirmou a existência de ouro na Serra dos Carajás.

Em 1979, um garimpeiro encontrou ouro no local. O ministro de Minas e Energia, Shigeaki Ueki, fez o anúncio oficial da existência do metal em Carajás. A partir de 1980, levas de migrantes se deslocaram para o Pará e invadiram o garimpo, que pertencia a uma subsidiária da Vale, a Docegeo.

Em 21 de maio de 1980, o governo federal promoveu uma intervenção na área, já ocupada por 30 mil garimpeiros. Áreas de lavra e garimpeiros foram registrados pela Receita Federal, e todo ouro encontrado deveria ser vendido à Caixa Econômica Federal. A intervenção foi comandada pelo militar SEBASTIÃO RODRIGUES DE MOURA , o major Curió.

Em 1981, os depósitos de ouro na superfície se esgotaram, e a Vale tentou reaver a posse da área. Mas os interesses eleitorais (havia 80 mil garimpeiros na área) levaram o governo a fazer obras para prorrogar a extração manual. Em 1982, o garimpo é reaberto, e Curió foi eleito deputado federal.

Curió tomou posse na Câmara em 1983 e propôs uma lei que dava permissão para que garimpeiros continuassem explorando o ouro de Serra Pelada por cinco anos. Em 1984, a Vale recebeu indenização de US$ 59 milhões.

O apogeu do garimpo ocorreu em 1983, quando foram extraídas 13,9 toneladas de ouro. De 1984 a 1986, a produção se manteve em torno de 2,6 toneladas anuais. Caiu para 2,2 em 1987, ano em que os garimpeiros interditam a ponte rodoferroviária sobre o rio Tocantins: eles queriam que o governo rebaixasse a cava do garimpo. No dia seguinte, uma operação da PM do Pará para desimpedir a ponte deixou três garimpeiros mortos, segundo a PM. De acordo com os garimpeiros, o número de mortos passou de 60.

A produção continuou caindo. Em 1988, foi de 745 kg, e, em 1990, de menos de 250 kg. Em março de 1992, o governo não renovou a autorização de 1984, e o garimpo voltou a ser concessão da Vale. Em 1996, os garimpeiros restantes invadiram a mina, mas uma operação do Exército e da Polícia Federal pôs fim à obstrução de 171 dias nos acessos a Serra Pelada.

A Vale manteve concessão do garimpo até 2007. Em Fevereiro do mesmo ano, o Ministério de Minas e Energia concedeu à COOMIGASP - uma das cooperativas do Distrito Mineral de Serra Pelada - a licença de exploração da área (processo DNPM 850.425/90). Em julho, COLOSSUS e COOMIGASP formaram uma parceria de exploração. Colossus Minerals Inc., é uma empresa de mineração canadense, registrada na Bolsa de Valores de Toronto, Canadá (TSX).

ASPECTOS GEOLÓGICOS

A seqüência sedimentar é composta, na sua porção basal, por arenitos conglomeráticos, conglomerados e arenitos na base, os quais gradam em direção ao topo para siltitos vermelhos e argilitos.

A mineralização de ouro apresenta controle litológico e estrutural, sendo que a maior concentração de ouro está relacionada ao controle estrutural.

A extração de ouro de Serra Pelada era efetuada nas aluviões, e na rocha primária. As aluviões encontradas nas grutas da região eram explorados com abertura de poços e trincheiras até atingir o cascalho aurífero de onde o ouro era recuperado manualmente com auxílio de uma bateia ou eram levados até rudimentares aparelhos concentradores. Já na rocha primária, o desmonte era feito sob a forma de bancadas para evitar desmoronamentos. Apesar disso, as frentes de trabalho dos garimpeiros, por eles denominadas de Babilônia I e Babilônia 2 , foram diversas vezes interditadas para que se fizessem rebaixamentos

Uma característica peculiar do ouro de Serra Pelada é a quantidade de paládio – um elemento do grupo da Platina - que ocorre junto com o ouro e que determinava as variedades comercializadas no garimpo, e que eram respectivamente o ouro amarelo, com 1 a 2% de Paládio: o ouro fino, com 6 a 7% de Paládio e o ouro bombril, com teores superiores a 9% de Paládio.

Mais raramente ocorriam variedades com 25 a 55% de Paládio. Os outros componentes comuns associados ao ouro são: a Prata (Ag) com 0,5% o Ferro com teores variando entre 0,5 a 1,0% e o Cobre (Cu) entre 0,2 a 0,5%.

Aspectos socioeconômicos

O garimpo de Serra Pelada era dotado de privilegiadas condições socioeconômicas. Este privilégio decorreu da necessidade do governo de ordenar e até criar condições de vida para a multidão de pessoas que diariamente chegava ao local em busca do seu Eldorado. Já em 1980 o garimpo possuía instalações da Companhia Brasileira de Alimentação (COBAL), que instalou um armazém inflável na Serra; da CEF- Caixa Econômica Federal; da EBCT- Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Polícia Federal; da Polícia Militar; do DNPM , e da DOCEGEO - Rio Doce Geologia e Mineração, uma subsidiária da Vale do Rio Doce.

Esta última empresa era, juntamente com a CEF, a responsável pela compra, purificação e repassagem do ouro para o Banco Central, sendo retido 8% como parte de um seguro obrigatorio, INFORME: UM LEVANTAMENTO FEITO EM 1992, FEITO PELO MINISTERIO DE MINAS E ENERGIA, FOI OBTIDO UM EXTRATO JUNTO A CEF- CAIXA ECONOMICA FEDERAL, O VALOR REAL DE R$ 2,4MILHOES SEM CORREÇOES, TENDO COMO DETENTOR DESSE FUNDO A COOPERATIVA COOMIGASP-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE SERRA PELADA, MAS QUE POR NAO TER LEGITIMIDADE NAO PODERIA SER MOVIMENTADO.

Face às características de Serra Pelada - uma ocorrência de ouro na superfície da terra, que de morro transformou-se em um enorme buraco - os desmoronamentos das frentes de lavra eram freqüentes, trazendo consigo a morte de garimpeiros.

Uma verdadeira cidade surgiu nas imediações de Serra Pelada, que recebeu o nome de Curionópolis. Hoje existe no local uma pequena vila com pouco mais de 6 mil habitantes.

Produção e comercialização

A região de Serra Pelada alcançou sua maior produção de ouro no ano de sua descoberta, ou seja, em 1980. Naquele ano, somente de maio a novembro - período em que os garimpeiros podiam exercer suas atividades - foram retiradas cerca de 7 toneladas de ouro. Todavia, já em 1981, quando as atividades garimpeiras foram se tornando mais difíceis e perigosas em função das grandes profundidades alcançadas, a produção caiu para 2,5 toneladas de ouro. Ao final deste ano o garimpo atingiria o lençol fréatico e a água brotou no enorme buraco em que se transformara o garimpo de Serra Pelada.

Ao final de 1984, a profundidade do buraco de Serra Pelada já era de quase 200 metros. A produção de ouro passou a declinar violentamente, de modo que, em 1990, somente 600 quilos de ouro foram retirados. Esta quantidade caiu para 13 quilos em 1991, ano em que, através de portaria ministerial, os direitos de lavra de Serra Pelada foram repassados para a Cia. Vale do Rio Doce, que passou a ser a detentora dos direitos minerários da região de Serra Pelada até o ano de 2002.

Segundo Levantamento feito pela DOCEGEO - Rio Doce Geologia e Mineração, uma subsidiária da Vale do Rio Doce, na década de 80, pesquisas mostraram uma jazida de minerais tendo como principal minério o ouro, cerca de 350 a 450 mil toneladas(aproximadamente), entre outros minérios de valores comerciais que até o momento não tinha sido calculado. Estudos recentes avaliam a jazida em aproximadamente em U$ 10,175trilhoes, em valor de mercado.

Segundo o Governo Federal existem mais de 45 mil garimpeiros cadastrados na Coomigasp, a atual detentora dos direitos minerários de Serra Pelada, e que a fatia destinada a cada sócio seria de R$ 68 milhões(aproximado) mais os recursos retidos pela CEF-caixa econômica federal, já descontado todos os custos de produção.

Acesso e clima

O acesso rodoviário é feito inicialmente pela rodovia PA-150 , e após percorridos 72 km, toma-se a PA-275 até o km 16, quando então o acesso passa a ser feito por estrada vicinal a direita que demanda ao garimpo.

Por via aérea o acesso é feito por aviões mono ou bimotores com duração média de vôo de 20 minutos a partir de Marabá.

Marabá dispõe de aeroporto servido de linhas aéreas regionais , bem como acha-se interligado ao sistema rodoviário nacional.

O clima da região é quente e úmido, com a estação de chuvas mais intensas ocorrendo de novembro a abril, com a pluviosidade alcançando a média de 1.465 mm, e a umidade nunca é inferior a 80% em todos os meses do ano.


quinta-feira, 7 de maio de 2009

PICO DA NEBLINA


PICO DA NEBLINA - O MAIS ALTO DO BRASIL

Localização e características
O Pico da Neblina está localizado na Serra do Imeri (Planalto das Guianas, norte do Amazonas fronteira entre Brasil e Venezuela). É o ponto mais alto (ponto culminante) do território brasileiro com 2.993,78 metros (medição feita pelo IBGE em 2004). O nome deste pico refere-se ao fato de que a parte superior do pico fica, quase o ano todo, coberto por neblina (nevoeiro).História da descoberta
O Pico da Neblina foi descoberto em 1953 por uma expedição venezuelana. Neste contexto, ganhou o nome de pico Phelps. Foi somente em 1962, que uma outra expedição, formada por pesquisadores brasileiros e venezuelanos, verificou que o pico estava em território brasileiro. Esta demarcação foi possível após vôos de reconhecimento sobre a região.Curiosidades:
- O Pico da Neblina foi escalado pela primeira vez em 1965.
- No topo do pico, a temperatura chega, na época do inverno, a 20° C durante o dia e 6° C durante a noite.

Em 1965 o topógrafo José Ambrósio de Miranda Pombo mediu a altitude do pico da Neblina como sendo de 3014 metros e a do vizinho pico 31 de Março em 2992 metros. Em 2005 o cartógrafo Marco Aurélio de Almeida Lima, membro da expedição do Projeto Pontos Culminantes do IBGE e do Instituto Militar de Engenharia (IME), tirou as novas medidas após 36 horas de medição usando um aparelho de GPS. A nova medição determinou que o pico era aproximadamente 20 metros mais baixo do que se pensava.
O início da trilha acontece na boca do Igarapé Tucano, próximo à aldeia ianomâmi de Maturacá, a cerca de 800 km de Manaus. É necessário subir o rio Cauaburi em voadeiras (velozes canoas de alumínio com motor de popa), até o Igarapé Tucano, início da caminhada. Depois de quatro dias de caminhada, andando uma média de 4 a 5 horas por dia, chega-se ao ponto mais alto do relevo brasileiro, onde se encontram várias espécies endêmicas, principalmente plantas de pequeno porte. O nome "Pico da Neblina" deve-se ao fato do mesmo se encontrar praticamente o ano todo coberto de nuvens
O Pico da Neblina teria sido descoberto na década de 1950 pelo então comandante Mário Jucá, da Panair do Brasil, ao sobrevoar o pico num raro momento em que ele não estava encoberto pela neblina, numa época que se acreditava ser o Pico da Bandeira o ponto mais alto do Brasil. Na época não existiam instrumentos de precisão como o GPS, porém o comandante teria chegado a essa conclusão baseado apenas no altímetro de sua aeronave. Porém, se para os brasileiros o pico era desconhecido, para os venezuelanos ele já era conhecido anteriormente como Cerro Jimé, e a área da montanha já tinha sido visitada em 1954 numa expedição do eminente ornitologista venezuelano (filho de americanos) William H. Phelps, Jr. Em sua homenagem, o pico às vezes é chamado de Cerro Phelps na Venezuela.

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